sexta-feira, 4 de abril de 2008

Genealogia e Herança


José Feliciano Pinto Coelho da Cunha
Ascendentes, descendentes e colaterais

José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, Barão de Cocais, foi descendente de António Caetano Pinto Coelho, que foi governador da capitania de Itanhaém, no reinado de D. João V. Seus descendentes fixaram-se principalmente em Minas Gerais e casaram entre as famílias mais antigas estabelecidas nessa região do Brasil, descendentes dos Bandeirantes. Da família de António Caetano Pinto Coelho fazem parte, entre outros:

- 1º Marquês de Itanhaém, tutor do imperador D. Pedro II e de suas irmãs,
- 1º Barão de Cocais, político e opulentíssimo empresário da mineração, e
- Felício Moniz Pinto Coelho da Cunha, que foi o 1º marido de Domitila de Castro Canto e Melo (mais tarde agraciada com o título de 1ª marquesa de Santos).

Introdução do Site genealogiacastro

"Há vários caminhos para iniciar-se em Genealogia, como o processo de busca da dupla cidadania e habilitação a alguma herança, entre outros. Eu iniciei através da famigerada herança do Barão de Cocais (José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, procure em: Base de Dados no Link Genealogia ao lado). Entre agosto e setembro de 1965, visitou-nos em Barra Mansa - RJ, a D. Maria da Anunciação Charchar (D. Neném), moradora em Belo Horizonte - MG, prima 1.a da minha mãe D. Adalgisa Couto de Castro (D. Ziza). Ela estava buscando complementação de informações e documentos que a levassem a comprovação de sociedade com o referido Barão a algum ascendente nosso. D. Neném já conseguira vários documentos em Guaraciaba - MG, Zona da Mata, então viajei até lá, e consegui achar mais alguns documentos, anexando-os ao processo de habilitação da herança. O Processo foi passado via procuração aos advogados José Alfredo Barreto e Geraldo Barrote em Belo Horizonte (vide reportagem do Jornal O Globo, editado em de fins de 1965: procure José Feliciano Pinto Coelho da Cunha em Base de Dados, no Link Genealogia ao lado e clique em álbum).
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Nesta mesma época, busquei por documentos em Ouro Preto e Mariana, mas nada consegui visto que a maioria das Paróquias e a Cúria estavam passando por reformas administrativas. Todavia, em visita ao Museu da Inconfidência, tive o grato prazer de entrar em contato com o seu Diretor, Sr. Orlandino Seitas Fernandes, que ministrou-me um curso rápido de genealogia e por fim, apresentou-me a obra Genealogia Paulistana de Luiz Gonzaga da Silva Leme, permitindo conexões aos documentos encontrados em Guaraciaba - MG. Pude então construir gráficos de costados e parei por aí. Somente em fins de 1999, com o incentivo do meu primo Laércio Couto, morador em Viçosa - MG, e com a compra de um micro "top de linha", reiniciei minhas pesquisas, participando pela Internet da Lista de Discussão de Genealogia. Pesquiso também, desde meados de 2000, microfilmes no CHF (Centro de História de Família) da Igreja Mormon, que praticamente microfilmou todos os Registros Paroquiais e Civis do mundo ocidental.
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Minha base de dados está a disposição de parentes e não parentes para quaisquer comentários e eventuais contribuições, e para utilização não comercial. Somente solicito que citem a fonte: Genealogia de Antônio Carlos de Castro, http://www.genealogiacastro.cjb.net/.
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Quanto à reprodução das fontes primárias inéditas, para fins comerciais, deverá ser previamente autorizada, visto que os direitos autorais estão registrados na Biblioteca Nacional sob o N.o 245.817 Livro 436 Folha 477 em 27 de novembro de 2001.
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Finalmente, agradeço ao Sr. Orlandino Seitas Fernandes, que iniciou-me em genealogia; a minha amiga Bartyra Feijó Sette, primeira pesquisadora que conheci no CHF, que muito me ensina e incentiva; a Miriam, outra colega pesquisadora; ao CHF (Igreja Mormon), Estaca Campinas Flamboyant, nas pessoas dos Irmãos Clara, Hugo e Ivone, além de outros voluntários, que pacientemente me ajudam; a Marta Amato, genealogista e historiadora, que me orienta; aos inúmeros colegas das listas de discussão, citados nas minhas fontes; a minha filha Débora que elaborou o site; a Igreja Católica, a maior das fontes, que durante séculos registrou os eventos familiares e que permitiu a Igreja Mormon; fazer o importante trabalho de microfilmagem.
Antônio Carlos de Castro
Campinas, 4 de dezembro de 2001
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"O barão com grandeza de COCAIS foi José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, que nasceu na província de MG e faleceu na mesma província em 9 de Julho de 1869. Era filho de Brigadeiro Antonio Caetano Pinto Coelho da Cunha e de Ana Casemira Furtado de Mendonça. Casou com Antonia Thomasia de Figueiredo Neves, natural de MG".

Nota de Antonio Carlos de Castro:

“Hoje visitei o seu site e no Link A Nobreza de A a Z observei que você não tem a data do nascimento do Barão de Cocais assim como em vários outros sites que mencionam o Barão e gostaria de contribuir com a minha pesquisa, que penso ser inédita. Apesar de achar a certidão de batismo que acredito ser do Barão, gostaria de ratificá-la, visto que aparece somente o primeiro nome, Joseph, como era comum na época. Para confundir um pouco, no Guia de Fundos do Arquivo Nacional achei uma informação errada: que ele nasceu em 1812 e em Santa Bárbara. Reinghantz no Vol.I A-E item VII.3 pag.151 menciona que ele casou na Capela de Santa Quitéria, filial de Santa Bárbara em 2 de fevereiro de 1819. A certidão que achei de Barão de Cocais registra a data de nascimento: 1 de dezembro de 1792, sendo batizado em 16 de dezembro de 1792 na Capela de Santana de Cocais, filial da Matriz de São João Batista do Morro Grande em Barão de Cocais-MG. Teria então casado com 27 anos. Achei também as certidões de nascimentos de 3 de seus 4 filhos: Antonio Feliciano Pinto Coelho da Cunha, nascido em 1 janeiro de 1823; Júlia Amália Pinto Coelho da Cunha, batizada em 8 de setembro de 1824 e Antônia Thomazia Pinto Coelho da Cunha batizada em 28 de março de 1829. Todos foram batizados na Capela de Santana de Cocais. A esposa do Barão Antônia Thomazia de Figueiredo Pinto Coelho faleceu em 29 de outubro de de 1853 em Barão de Cocais, conforme uma petição de sua filha Júlia Amália em 8 de março de 1879, por não achar a certidão no Livro de Óbitos. Do livro de anotações do Barão tirou-se a data do óbito. Tenho também certidões de batismos de 7 irmãos do Barão. Abaixo, o site do Arquivo Nacional no link Guia de Fundos.
Abraços
Antonio Carlos de Castro
Campinas-SP".

Colaboradores:
Antonio Carlos de Castro, pesquisador de Campinas - SP
Wendel Albert Oliveira Pereira, Bacharel em Direito, Monarquista, Genealogista e Pesquisador nas áreas da História Monárquica Brasileira.

21 comentários:

barão-de-cocais disse...

SOU-
JOSE PINTO PINHEIRO,
FILHO DE
SALVADOR PINTO PINHEIRO,
QUE É FILHO DE
LAZARO PINTO PINHEIRO,
FALEC.EM 1993-SAO PAULO-SP,QUE É FILHO DE
LUIS PINTO PINHEIRO,FALEC.EM 1951-BOTUCATU -SP FILHO DE
URIAS ANTONIO PINTO,FALEC.EM 1939 RIBEIRAO GRANDE DE BOTUCATU-SP FILHO DE
JOSE ANTONIO PINTO,FALEC. EM 1911-BOFETE-SP FILHO DE
JOSE FELICIANO PINTO COELHO CUNHA,O BARAO DE COCAIS,FALEC. 1869

OBS.
O URIAS É IRMAO GEMEO DE IZAIAS ANTONIO PINTO FALEC. EM PARDINHO- SPEM 1937

jts disse...

A FAMÍLIA PINTO COELHO, É PORTUGUESA E EMIGROU PARA O BRASIL, POR VOLTA DO SÉCULO XVI OU XVII.
AS SUAS ORIGENS, PROVEM DAS TERRAS DE BASTO E FELGUEIRAS, NO NORTE DE PORTUGAL. É POSSIVEL, QUE O "BARÃO DE COCAIS", JOSÉ FELICIANO PINTO COELHO CUNHA, NASCIDO JÁ EM "COCAIS", SEJA FILHO DE "PINTOS COELHOS" QUE TERÃO EMIGRADO, DESDE MONDIM DE BASTO. GOSTARIA DE SABER AS ORIGENS CERTAS DO BARÃO E A NATURALIDADE EXACTA DOS SEUS PAIS.
UM ABRAÇO,
J. TEIXEIRA DA SILVA

Anônimo disse...

Fzendo uma pesquiza no nome do meu pai, Olandino Seitas Fernades, me deparei com seu agradecimento.
Muito obrigado pela emoção.
Saudações ouropretanas,
Luiz Alves Seitas Fernandes

maia_alvesoi.com.br

Anônimo disse...

OLÁ BOA TARDE ,FAZENDO BUSCAS E PESQUISAS PARA GENEALOGIA ENCONTREI SEU SITE,NÃO SEI SE VC PODE ME AJUDAR.A FAMÍLIA DO MEU MARIDO VEM D LINHAGEM DE BARÃO DO COCAIS INCLUSE TEM UM LIVRO AO QUAL NÃO RECORDO O NOME PORÉM TEM ALGUÉM NA FAMÍLIA QUE TEM ESSE LIVRO CUJO TEXTO ESTÁ ESCRITO OS DESCENDETES DO BARÃO DE COCAIS QUE POR VENTURA ELE RESIDIA EM MINAS GERAIS,SEBASTIÃO DE OLIVEIRA CUNHA O AVÔ DO MEU MARIDO É NETO DE JOAQUIM JOSÉ MARIA DE MELLO E SEU FILHO É CARLOS AUGUSTO DE OLIVEIRA CUNHA PAI DO SEBASTIÃO,ENFIM ELES SÃO CITADOS COMO HERDERIOS DE BARÃO DE COCASI,ENFIM O Q NOS INTERESSA SABER SE ELES VIERAM DE PORTUGAL E COMO SABER ONDE JOAQUIM NASCEU JÁ FIZEMOS VÁRIAS BUSCAS INCLUSE ESSE PRIMO CITADO Q TEM O LIVRO.FOMOS NO MEMORIAL DO IMIGRANTE,BUSCAS EM SITES ARQUIVO NACIONAL DO RJ,MINEIRO,SP,CEMITÉRIOS,CATEQUESES,SÓ SEI Q CARLOS CASOU E MORREU EM TOLEDO E EM UMA DAS CERTIDÕES FALA Q ELE NASCEU EM EXTREMA MG MAS NÃO FOI.VC VIU Q ELE NÃO TEM MESMO SOBRENOME DO JOAQUIM NAQUELA ÉPOCA ELES MUDAVA MUITO OS NOMES NÉ,POR FIM GOSTARIA DE SABER SE TEM ALGO A RESPEITO SE VC SABE COMO FAZER ESSAS BUSCAS.OBRIGADA PELA ATENÇÃO(INTERESSE SOMENTE PELA CIDADANIA E GENEAlOGiA)se vc tiver alguma novidade entra em contato com reizarodrigues1@hotmail.com

desempregada disse...

Olá meu nome é Nísia e sou Tetraneta de Nuno Nunes de Gouvêa. Engraçado como datas batem. Segundo a minha família seriam tambem herdeiros de Barao de Cocais, porém aconteceram muitas coisas durante o processo no ano de 1999. Minha família contratou uma advogada chamada Heloisa Helena Muniz Falcão e passamos praticamente este ano inteiro em BH pois existia uma quantia em dinheiro no Banco do Brasil. Toda vez q a herança ia sair um desembargador morria. Realmente acho que podemos montar um livro de histórias de Barão de Cocais. Na época encontramos todos os parentes e entramos com o processo juntos. Resumindo tudo parou porque nossa advogada era falsa e encontra-se presa em Niteroi. Quem sabe juntando um pouco daqui e dali a gente consegue se falar tenho muito que contar.nisiaclelma@yahoo.com.br

Marcelo Donizete, Cubatão, SP disse...

Olá Nísia! Sou neto de Rita Soares de Gouvêa, natural de Mar de Espanha, MG. Minha avó contava a mesma história sobre a herança, que tínhamos direito a ela. Mas ao que parece, todos ficaremos a ver navios. mdmorelatto@yahoo.com.br

SHIRLEY TOSTES disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
SHIRLEY TOSTES disse...

Sou neta de Maria Eugênia de Castro que é da 5a. Geração do Barão de Cocais. Lembro da minha infância em Viçosa-MG (hoje tenho 44anos), onde haviam comentários na família sobre uma ação organizada por diversos herdeiros que não deu em nada. Não sabia dessa ação dos herdeiros em 1999. Gostaria de saber mais a respeito. Alguém pode me dar uma luz?

Leandro Neto disse...

Bom dia, Sou o Leandro moro em Gonçalves extremo Sul de Minas, parece que o Barão de Cocais teve uma fazenda em Conceição dos Ouros ou Cachoeira de Minas esta Propriedade de fato existiu, pois tem um senhor aqui que afirma ser descendente dele e eu gostaria de verificar faço pesquisa genealógica da minha familia que é Vieira da Silva e Ribeiro Rebordões.

Grato

Bethao disse...

Ola pessoal, sou Roberto Carlos dos Santos, neto de Olimpia Antonia de Souza a qual foi procurada anos atras para assinar documentos relativos a herança do Barao de Cocais. Essa historia mexeu muito com minha familia anos atras, mas parece ter tido um fim... so gostaria de saber sobre a possibilidade de confirmar o parentesco. se alguem puder nos ajudar... roberto.mundial@gmail.com

Anônimo disse...

wola pessoal meu nome e jose coelho da silva filho de antonio coelho de moura e rosalina francisca de jesus somos da cidade de desterro de entre rios mg meu pai ja falecido, se dizia erdeiro do barão segundo ele o seu bisavo era tio do baraõ de cocais . gostaria de saber mais ssobre minha genealogia meu emeio,josenourse@hotmai.como moro em itapecerica da serra SP.

val51mabar disse...

Saudacoes, nao tenho parentesco mais recente com o Barao de Cocais embora a maioria dos meus ancestrais sejam Coelho e tenho uma pentavo que assinava Pinto. Porem temos primos que descendem de Luiz e Francisco Furtado Leite, que sao tidos nas tradicoes de familia como descendentes extra maritais do Barao. Gostaria de saber se alguem poderia informar-me das possibilidades de encontrar os vinculos familiares entre a duas familias. Minhas pesquisas estao publicadas no site http://val51mabar.wordpress.com/ e geneaminas.com.br. Agradeco e ponho-me `a disposicao para troca de informacoes. Obrigado, Valquirio de M. Barbalho.

Anônimo disse...

minha ,mãe me disse que o vô do meu avô era barão de cocais,meu nome é beatriz g g l ,me disseram que ele deixou uma grande herança no banco da inglaterra,mas o imposto para retirar a herança á muito mais carro que o valor em joias

Walter Carlos da Silva disse...

Sou Walter. filho de João francisco da Silva e Maria Luiza da Silva, já falecidos, sou tataraneto do Barão de Cocais.José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, Minha mãe assinou procuração para receber uma herança, mas até hoje não ví herança nenhuma

Aline Cruz disse...

Olá! Sou Aline Gomes da Cruz, neta de Clementina Dias de Melo, que passou a chamar-se Clementina Dias da Cruz ao casar-se com meu avô, José Sudário da Cruz. Segundo meu pai, um advogado procurou a minha avó na década de 60 para assinar uma procuração, onde entrariam com um processo para resgatar a herança do Barão de Cocais e nunca mais tiveram notícias disto. Na época, acho que os meus avós moravam na zona rural de Abre Campo.
Não consegui visualizar a base de dados.
Gostaria de saber mais informações sobre meus antepassados. Minha avó faleceu quando eu era bem mais nova, e meu avô também já é falecido.
Se alguém souber algo que possa vir a acrescentar o que sei, por favor, entre em contato.
Grata, Aline Cruz
https://www.facebook.com/aline.cruz.946

thiago disse...

ola boa tarde. me chamo antonio thisgo borges ....estou com meu pai em casa e falamos no assunto.ele me falou qu minha avó(maria ferreira borges) chegou a assinar uma procuracão no começo do ano de 1900.ela morava na fazenda com eu pai e tios ,ela era prima ou tia de 3 geraçao.\

meu email para contato é antoniothiagoborges@hotmail.com 67-92059028.att

Isadora disse...

Boa noite.meu nome é keila maria gonçalves Teixeira, eu sou de Rio Romba MG e desde de criança ouvia essa historia em casa de que meu avô era a 5° geraçao do Barão de Cocais.
o nome dele era Eduardo Gonçalves Filho primo do então (depudado ,prefeiito e hoje vereador em Belo Horizonte Mauricio de Freitas Teixeira Campos

vera lacerda disse...

oi pessoal no arquivo publico mineiro tem um livro escrito pelo padre pedro maciel vidigal onde consta toda a genealogia do barao de cocaes la tambem tem um documento que fica na gasveta 4 onde fALA TUDO SOBRE A CIA EM que barao de cocaes era o presidente esta associacao da mineraçao de barao dde cocaes tinha 14 ou 15 maioires mineradores de minas gerais na epoca do evento eu sou uma her

vera lacerda disse...

eu sou uma herdeira de um dos 15 mas ate hoje nao conseguimos receber nada .Temos tentado insistentemente.Eu comecei minha pesquisa em 2000 e agora foi que consegui encontrar todos os documentos necessarios.

val51mabar disse...

LIVRO : HISTORIA DE VIRGINOPOLIS
No livro: HISTORIA DE VIRGINOPOLIS, da professora Maria Filomena de Andrade, falando a respeito das primeiras familias moradoras do antigo municipio, temos este trecho:

FAMILIA LEITE

Antonio Furtado Leite, casado com Joaquina Antonia Ferreira tiveram os seguintes filhos, os quais vieram de Barao de Cocais para residirem em Patrocinio e aqui constituiram grandes familias.

1o.) Ana Furtado Leite, casada com Francisco da T. Arruda
2o.) Modesto {Furtado Leite], casado com Valeriana Leite [Maria de Jesus]
3o.) Altina, casada 2 vezes: primeiro marido chamava-se Luiz Mestre, o segundo Antonio Tadeu
4o.) Francisco Furtado Leite, casado com America Nunes Coelho
5o.) Luiz Furtado Leite, casado com Luiza Nunes Coelho (Sapucaia).

As tradicoes dizem ser descendentes do Barao de Cocais, mas falta agora saber quem sao os pais do Antonio Furtado Leite ou, se por acaso, o barao foi pai extra-conjugal de dona Joaquina Antonia Ferreira. Pelos calculos eles devem ter nascido entre 1810 ate 1830. Se alguem tiver esta informacao, por favor, envie para mim via valbarbalho@hotmail.com. Obrigado.

disse...

Já li o livro sobre o barão de cocais e a mina gongo-soco há algumas décadas. Lembro-me do autor citar a sua origem familiar como sendo filho adotivo, pobre, que se enriqueceu ao casar-se com moça rica. Seu modo de vida excêntrico...
Quanto a herança que deixou pelo que li em alguns sites, já prescreveu o prazo de requerimento, que era de 100 anos após a sua morte.