quinta-feira, 27 de agosto de 2009

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Ribeirão Grande de Botucatu-SP

www.bomjesusdoribeiraogrande.com.br

Capítulos diversos, relativos à presença de uma vida econômica ativa em Ribeirão Grande hámais de cem anos, poderiam ser reunidos e traduzidos numa história sem fim.
Sua ocupação foi pioneira no povoamento do sertão paulista no final do século XVII, quando foram doadas as primeiras sesmarias. Muito antes disso, os campos compreendidos entre os rios Sto. Ignácio, Paranapanema e os morros da Serra de Botucatu, foram procurados, por serem bons para pastagens. Descobertos por criadores de Sorocaba recebera o nome de campos do Paiol.
No início do século XVIII, os campos do Paiol passaram ao controle dos Jesuítas do Colégio de São Paulo, que constituíram ali duas grandes fazendas de criar gado, estrategicamente postadas à beira dos caminhos que conduziam às minas de ouro no Mato Grosso.
Mais antigo ainda que os caminhos que se abriram para o sertão brasileiro, os campos do Paiol já eram atravessados por outro caminho, por onde sertanistas, padres e indígenas se dirigiam do litoral paulista para o interior do continente, buscando, principalmente, as treze missões guaranis, montadas pelos jesuítas espanhóis, à beira do Rio Paranapanema.
Esse caminho era o Peabiru e ia mais longe, ia a Assumpcion depois a Cuzco, cidadelas dos povos pré-colombianos.
Esses antigos viajantes, ao se defrontarem com os morros de Botucatu, tinham duas opções: ou embarcavam em canoas pelo Rio Paranapanema, nos fundos, mais ao sul dos Campos do Paiol e dali ganhavam as terras Carijós (Guaranis) ou, então, subiam as elevações desde Botucatu e buscavam alcançar o Paranan Itu (Rio Paraná).
Quando os jesuítas construíram um mínimo de instalações para seu abrigo, e de seu gado, as fazendas jesuítas passaram as ser uma referência a mais para os viajantes, de maneira que as caravanas paravam ali, para que seus componentes refizessem as energias e seguissem viagem.
Ao fundo, á beira do Paranapanema, um rudimentar porto para as canoas que iam e vinham. Nas instalações, uma espécie de estalagem.
Por outro caminho, utilizado principalmente na volta, os sertanistas deixavam suas canoas nas imediações da grande cachoeira do Rio - Paranapanema e seguiam por um caminho seco, por dentro de imensas florestas e campos, até os morros de Botucatu e dali desciam a Serra buscando descansar nas Fazendas Jesuítas do Paiol. E faziam o mesmo caminho, na volta.
Pois foi bem aí que Ribeirão Grande surgiu como povoado: justamente no cruzamento mais agitado do interior paulista nos séculos XVII e XVIII.
Tido pelos historiadores como o mais antigo povoado de que se tem notícia por estas paragens, Ribeirão Grande sempre despertou curiosidade e interesse.
Criado pela Lei Estadual No. 65 de 27 de março de 1889, tendo em seguida sido criado e instalado o Cartório de registro civil aos 12 de junho de 1891, ali permanecendo efetivando seus registros cartoriais até 1912, quando foi desativado, pelo declínio do Patrimônio seus livros e registros passaram sob a guarda do Cartório. O então distrito de Ribeirão Grande foi do Espírito Santo do Rio Pardo (Pardinho).
Ribeirão Grande chegou efetivamente a ser uma das grandes cidades da região de Botucatu na passagem do século passado.
O primeiro registro de nascimento na então Ribeirão Grande ocorreu em 28 de fevereiro de 1893, de um menino, que figura apenas com nome de Benedito, filho de José Maria da Luz. O primeiro "Edital de Habilitação" - termo para casamento usado na época - foi de Gabriel Higino de Carvalho e Delfina Cassemira de Carvalho, ocorrido em 6 de agosto de 1891. Outro livro refere-se a procurações e escrituras, onde a primeira transação foi lavrada para a venda de uma gleba de terra, no valor de seis mil reis, entre Eloy de Melo César e Francisco Fiúza de Andrade, localizada na fazenda Limoeiro, na Vila do Rio Bonito (Bofete) circunscrita (na época) à comarca de Tatuí. No livro No. 01 consta o primeiro óbito verificado na localidade, de Luiz Francisco das Chagas, em 30 de maio de 1893. Todos os dados que existem, em livros que não caracterizam seu real passado, narram fatos ocorridos após o ano de 1891. Esses únicos documentos estão arquivados no Cartório de Paz e Anexos de Pardinho, embora Ribeirão Grande na condição de distrito pertencesse na época à comarca de Botucatu. Chegou em 1910 a possuir uma populaçãoo de aproximadamente três mil habitantes. Todavia, verifica-se que Ribeirão Grande era mais antiga que isso, como comprova a escritura lavrada no primeiro oficio da Comarca de Botucatu, onde fora feita aos 23 de dezembro de 1868, uma doação de vinte e cinco alqueires e meio de terras por oito casais, para a formação do patrimônio do Santo, em Ribeirão Grande.
É sabido, também, que, antes disso, Ribeirão Grande disputara com Botucatu o privilégio de ser elevada à Freguesia, perdendo para a povoação de Cima da Serra, por razões políticas.
Alguns antigos moradores da região onde foi Ribeirão Grande, afirmam com superstição o que três causas provocaram o desaparecimento da cidade.
A primeira - afirma um deles - foi a praga de um padre, após violento espancamento que sofreu durante uma festa. Esse sacerdote, ao ver-se humilhado pelos agressores, disse em altos brados que um dia a cidade desapareceria e seus moradores seriam varridos.
Outra versão é a de que a rivalidade política entre as duas cidades contribuiu fatalmente para o fim de Ribeirão Grande, tendo sua população se transferido para Pardinho e cidades vizinhas. A última justificativa para o desaparecimento da localidade foi a gripe espanhola ou febre amarela que grassou no mundo inteiro, dizimando muitas cidades, e que um dia chegou ao Ribeirão Grande.
Superstição ou não, o que realmente se sabe, é que, com o advento da Lei Áurea, imigrantes Italianos, em bom momento aportaram no Brasil, vindos do velho continente renovar as forças braçais dos fazendeiros de antanho, que ficaram totalmente sem os serviços braçais de seus escravos na agricultura, principalmente na qualidade e na produção do maior filão de "ouro preto", da história, transformando esta nação, por muitas décadas no maior produtor de café do mundo e, também por consequência, na maior fonte de divisas do País. Daí a concluir-se, que os imigrantes italianos, agricultores por excelência que sempre foram em seu país, como os que aqui aportaram em sua maioria, também trouxeram em suas bagagens para nossa região, grandes conhecimentos na produção agrícola, aplicando-os com muita fé e dedicação no seu "lavoro", "y dopo", extraindo seus sustentos e suas riquezas da prometida "Terra Nostra".
Os ribeirãograndenses, vendo os italianos a crescerem economicamente com suas lavouras, principalmente na plantação e produção do café, nas regiões em que estes se situavam, logo passaram, também, a transferirem-se para regiões de fazendas e sítios de terras mais férteis na produção do café, diminuindo, assim, aquele que era um pequeno povoado com aproximadamente três mil habitantes por volta de 1912.
Solos mais férteis e clima mais ameno, adequado à produção do melhor café de nossa região, sempre foram nos altos e fraudas da serra de Botucatu, em toda sua extensão, escondendo na época mais fria do inverno dos perigos das geadas, cuidados observados pelos produtores que entre outros, gerou um dos melhores, se não, o melhor café produzido nesta região do Estado, o café Bourbon amarelo variedade Botucatu.
Ribeirão Grande, mesmo em dias comuns, era muito movimentada. Mas a agitação crescia por causa dos visitantes, quando a todo seis de agosto se homenageava a São Bom Jesus, padroeiro da cidade. Moradores de toda a região na semana que antecedia a festa instalavam tendas para dormir, barracas, gado leiteiro para seu consumo. Sua igreja era muito frequentada, nos dias de festa os moradores enfeitavam as ruas para receber os fiéis das cidades vizinhas. Imagens e castiçais, de alto valor, enriqueciam o templo. Bem ornamentado também era o cemitério, a alguns metros da igreja, com t�mulos sofisticados, cujas plaquetas numeradas a identificar a pessoa falecida, brilhavam a dist�ncia, tal era o polimento. Por esses insignificantes pormenores, ou pela cren�a de seu povo, Ribeir�o Grande era o centro para o qual convergiam as aten��es dos habitantes da regi�o de Botucatu.
Quase nada mais se v� daquilo que foi um bom inicio de cidade. Os que estavam acostumados �s festas no local e n�o sabem que a Vila desapareceu, voltam frustrados de suas visitas sem qualquer explica��o. A igreja que l� existia, guardava em seu interior imagens, de valor inestim�veis, casti�ais rar�ssimos trazidos da It�lia por seus filhos mais abastados, que aportaram em grandes contingentes, em diversas oportunidades em nossa p�tria, logo ap�s a aboli��o dos escravos, trazendo ainda, consigo, ornamenta��es de custos elevados para a �poca, principalmente, quando, mais recentemente ainda, perderam em 1973 (em nome do progresso) sua Igreja, com o consentimento do Sr. Arcebispo da �poca para dar lugar � linha de energia de alta tens�o da CESP.
No decorrer do tempo, foram demolidas as resid�ncias, as vendas (casas comerciais), a escola, a casa da cadeia e os t�mulos do cemit�rio, onde foram sepultadas mais de quatrocentas pessoas.
O ex-distrito de Ribeir�o Grande vem, desde ent�o, sendo comandado pelo munic�pio de Pardinho no quase nada que lhe restou. E como um invocar do passado, sempre no dia seis de agosto de todos os anos, o povo da regi�o, ainda clama para as autoridades espirituais e pol�ticas temporais locais, no sentido de reconstruir a Igreja do Bom Jesus, para orar e fazer suas preces por seus entes queridos l� sepultados e cultivar as boas lembran�as do local.(Queremos aqui agradecer o escritor Botucatuense Dr. Hern�ni Donato, pela historia do Bom Jesus do Ribeir�o Grande contada em seu livro, que nos ajudou bastante na elabora��o deste site)
A �rea remanescente de dois alqueires do patrim�nio do Ribeir�o Grande, desde 1868, est� localizada na altura do Km. 198 da Rodovia Castelo Branco, as margens do trevo que serve os Postos Rodoserv e Maristela, incrustado no Empreendimento Ninho Verde.

Desejando manifestar seu apoio financeiro, por gentileza, contatar a Comissão pelo telefone:
(0XX14) 3882-2849
ou pelo E-mail: bomjesusdoribeiraogrande@gmail.com
Localizada no Município de Pardinho, Arquidiocese de Botucatu - SP
Botucatu, agosto de 1999
Comissão Pré-Construção da Igreja do Bom Jesus do Ribeirão Grande
Rua Prudente de Moraes, no. 658
Cep. 18.602-060 - B o t u c a t u - SP.
Responséveis: José Simião de Oliveira e Padre Oreste Gomes Filho

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Herança do Barão de Cocais

Cocais e suas montanhas

do site:
http://historiadeavare.spaces.live.com ou http://historiadeitatinga.spaces.live.com.

Ali muita gente encontra a pista para a construção de sua sua árvore genealógica. Meu avô chegou a morar na fazenda que pertencia aos seus antepassados mas veio morar na cidade de Botuca e aqui fez famlia como regra o caipira. Do fruto de seu amor com minha avó Jacira nasceu meu pai e seus irmãos todos herdando nomes árabes como era a vontade de seus avô João Leal de Carvalho. É muito engraçado saber que muitos judeus, italianos, negros mulçumanos e angolanos, portugueses encontram seus antepassados nesta familia. Inclusive aquela da história da herança do Barão de Cocais que era tio da Vó Barbara Fé do Nascimento.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Fotógrafo Ivan Loyolla

Ivan, um apaixonado por Cocais, tem fotos primorosas da Vila. Algumas delas se encontram na sua página do orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=9434329001464579198

e/ou entrar em contato com ele: Ivanlb@valenet.com.br

Fotógrafo Alessandro Bastos

Esteve em Cocais em agosto de 2009 fotografando Cocais. Veja no sua página no orkut 22 fotos:

http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=6635157773374179882&aid=1249828789

Alessandro Bastos, mineiro, fotógrafo profissional amante da fotografia simples e característica do interior de Minas Gerais. Formado em Computação, descobriu a fotografia ao desenvolver um site para divulgar Jeceaba, um município próximo a Belo Horizonte. Neste local não existia fotógrafo e foi lá que adquiriu sua experiência inicial. O resultado deste trabalho fez com que ele se dedicasse cada vez mais ao estudo da fotografia, participando de várias palestras, cursos e oficinas, aprimorarando suas técnicas. Atuou como um dos fotógrafos principais na La Foto (empresa especializada em fotografia de casamentos em Belo Horizonte) e como professor de fotografia na Escola de Imagem, BH.

Site Oficial: http://www.alessandrobastos.com

Portifólios: http://mineirin.multiply.com/ e http://www.flickr.com/photos/mineirin

Referências: http://www.lafoto.com.br e http://www.escoladeimagem.com.br

HOSPEDAGEM EM COCAIS


1. POUSADA DAS CORES

A Pousada das Cores foi inaugurada em janeiro de 2000, sendo que foi aberta ao público à partir do final deste mesmo ano. A hospedagem foi incrementada nos finais de semana à partir de 2001. Possui 24 apartamentos; salão de festas com 50 mesas, palco, pista de dança, som profissional com microfones etc; barzinho; sala de tv; lojinha de produtos da região, muitas varandas, piscina, espaço "chamado de Café com Prosa" com muitas mesas, bancadas de mármore para cursos de pães e quitandas, fornos, fogão a lenha, churrasqueira, fogão de fazer doces, tudo isto cercado de muito verde; igrejinha em estilo mourístico de São Francisco e Santa Clara; Castelinho da baronesa onde funciona a recepção, sala de espera, alpendre, banheiros, adega etc.

Proprietário: Jornalista Everton de Paula

Endereço: Rua José de Almeida Matias, 380 - CEP 35 970-000 - Cocais – MG (Distrito de Barão de Cocais)

Telefones: (0xx31) 3837-9186 Cocais, (0xx31) 3484-1184 BH, 9955-4790 - Everton de Paula

Eletrônicos: e-mail: cocais@pousadadascores.com.br - site: www.pousadadascores.com.br

2. POUSADA E RESTAURANTE VILA COCAIS

Rua Aristides Augusto da Fonseca, 270

(31) 3837-9244

adilson.fa@hotmail.com

3. CASA VÓ KITA

Aluga-se casarão antigo para férias, fins-de-semana e feriados

Rua José de Almeida Matias,

Proprietário: Biruska

Tel:

Museu Histórico Fernando Toco

O museu Histórico Fernando Toco nasceu da tentativa de seu idealizador Augusto Bento do Nascimento de recolher, guardar e difundir a historiada Villa Colonial de Sant'Anna de Cocais, bem como compreender e estudar essa história tendo como parâmentro o modo de vida da geração de seu bisavô, Fernando Toco e dos demais moradores. Aberto ao público em Janeiro de 2000, o museu ocupa uma casa antiga,datada do Século XVIII, possuindo originalmente sete cômodos que escondem sua própria história, uma vez que o imóvel pertencera, conforme escritura original, ao senhor José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, mais conhecido como Barão de Cocais. O museu fica aberto ao público de terça à domingo.

Fonte: Prefeitura de Barão de Cocais/Secretaria Municipal de Cultura/Departamento de Turismo.

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=67723861

sábado, 1 de agosto de 2009

Nova Pousada em Cocais


Pousada e Restaurante Vila de Cocais

Crianças até 5 anos: Cortesia
Diarias com café da manhã
Apartamentos com tv, frigobar, colcão de mola, cama box, sistema interno de video.

Contato:
31 3837 9244
9916 8447

adilson.fa@hotmail.com
Adilson Fonseca de Araújo

Sobrado - Patrimônio em perigo

Foto de Beto Novaes/EM/D.A Press

Patrimônio

Sobrado do Cartório corre risco de sumir

Imóvel do século 19, em Cocais, distrito de Barão de Cocais, na Região Central de MG, precisa de R$ 500 mil para reforma

Gustavo Werneck - Estado de Minas

Foto de Beto Novaes/EM/D.A Press

Sobrado é o único que restou da Vila Cocais e, como cartório, guardou documentos, como o certificado da mina de ouro de Brucutu.

Barão de Cocais – As chuvas e o abandono abriram feridas no patrimônio cultural do distrito de Cocais, em Barão de Cocais, na Região Central de Minas, a 93 quilômetros de Belo Horizonte. De frente para o Largo de Santana, na área central, o Sobrado do Cartório, construído no século 19, dá sinais de sua agonia ao exibir, no segundo pavimento, um rombo na parede de pau-a-pique. Adquirido em julho do ano passado pela prefeitura local, e em processo de tombamento pelo município, o prédio, devido ao avançado estado de degradação, assusta vizinhos e preocupa a comunidade. O temor é de que, com o desabamento, as casas laterais sejam atingidas e grande parte da história da vila desapareça sob os escombros.

Sentada na porta de casa, apreciando a paisagem formada pelo gramado da praça e o casario colonial, alguns cobertos de hera, Maria Lucília da Fonseca, de 73 anos, diz que o sobrado, hoje com um amarelo desbotado, faz parte do cartão-postal do distrito, que tem suas raízes no século 18, no auge da mineração. “De uns tempos para cá, a situação dele piorou. Caiu uma parte do telhado, depois a parede do lado direito. Era bem conservado, quando ali morava a antiga proprietária. Ouvi dizer que vão consertá-lo”, diz Maria Lucília, moradora da Rua José de Almeida Matias, e vizinha da edificação. Um outro morador teme que o imóvel tenha o mesmo destino do palacete do Barão de Cocais, que ficava ao lado da Igreja de Nossa Senhora de Santana e foi demolido, para tristeza geral. “Estão acabando com um conjunto arquitetônico que é o retrato da Minas colonial e pode representar turismo e renda para a população”, lamenta.

Em contraste com a precária situação do casarão, uma placa reluzente, colocada no passeio, informa que ele “pertenceu ao fazendeiro Fernando José do Espírito Santo, conhecido como Fernando Tinoco”. E mais: “É o único sobrado que restou da Vila de Cocais original, foi cartório de 1974 a 2005, guardando documentos como o certificado de propriedade da mina de ouro de Brucutu, que pertencia ao barão de Barbacena. Depois da demarcação dos municípios, a mina passou a pertencer a São Gonçalo do Rio Abaixo”.

ESTEIOS PODRES
O núcleo histórico de Cocais, datado do início do século 18 e parte da Estrada Real (ER), é tombado pela prefeitura desde 2007, e a próxima etapa será o tombamento individual do Sobrado do Cartório, informa a arquiteta Carolina Moreira, da empresa Mindello, encarregada da elaboração do dossiê. Nas pesquisas, a equipe verificou que o imóvel teve vários proprietários desde Fernando Toco. Segundo a arquiteta, o sobrado merece ser preservado, pois “é um exemplar assobradado que revela as soluções arquitetônicas, técnicas, materiais e partidos adotados, no interior do Brasil, desde meados do século 18 até o fim do século 20, implantados a partir do antigo Caminho dos Diamantes da ER.

Segundo o secretário municipal de Obras de Barão de Cocais, Fernando Cesário Bento, o casarão está numa situação de abandono “há muitos anos”, apresentando os esteios podres. Obras de emergência ainda não foram feitas e as providências para evitar a ruína do prédio serão tomadas depois da temporada de chuvas. A estimativa é de que a reforma do prédio fique em R$ 500 mil, diz Bento, informando que ainda não foi decidido o futuro uso do sobrado.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/03/15/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=102613/em_noticia_interna.shtml

sábado, 28 de março de 2009

Barão de Cocais: José Feliciano Pinto Coelho Cunha

Foto de Cocais

Blog Barão de Cocais: JOSE FELICIANO PINTO COELHO CUNHA disse...

O 5º filho de José Feliciano Pinto Coelho Cunha (O Barão de Cocais), José Antonio Pinto, que é meu ascendente.

OBS.: sou da descendencia da outra mulher (Flausina creio que era a primeira, porque quando ele morreu já estava com esta segunda que consta do óbito3-3-5. José Antônio Pinto, natural de Minas Gerais, faleceu em Bofete-SP em 23-11-1911 com 75 anos declarados e casado com Laura Maria de Oliveira. Com geração. (microfilme 1.366.498 – Item 1 pesq. Antônio Carlos de Castro) Cartório de Registro Civil de Bofete-SP, antigamente conhecida como Samambaia e também como Rio Bonito, Livro 4 de Óbitos dos anos de 1909-1923 pag. 54v e 55 Registro nº 80:


Aos vinte e seis dias do mez de dezembro de mil novecentos e onze nesta cidade de Rio Bonito, comarca de Tatuy, Estado de São Paulo, em meu cartório registro o óbito de um adulto do sexo masculino, de cor branca, falecido em domicílio no dia vinte e três do corrente as oito horas da noite no Bairro da Lagoa, deste districto, de nome José Antº Pinto, com setenta e cinco annos de idade, cazado com Laura Maria de Oliveira, naturaes do Estado de Minas Geraes, residente neste districto de cujo consórcio deixou os filhos de nome Eucrídia, João, Amélio, Rosa, Alcídia, além de oito filhos de outras mulheres, em conseqüência de morte repentina sem assistência médica e foi sepultado no cemitério de Ribeirão Grande de Botucatu. Do que para constar lavrei este termo que assegura o declarante com as testemunhas. Felype de Camargo, escrivão o escrevi.

Assinados:

Francisco Albino de Ávila

Bernardino Gonçalves de Oliveira

Antenor de Oliveira Mello


Anotações na lateral da página 54v:´Aos vinte e cinco de julho de mil novecentos e sessenta e oito nesta cidade de Bofete, Comarca de Conchas, Est. de São Paulo passado a presente retificação afim de ficar constando do assento, que o falecido José Antônio Pinto é filho de José Feliciano Pìnto Coelho da Cunha e Dª Antonia Thomazia Pinto Coelho em atenção ao mandado judicial hoje apresentado, expedido em data de 24 de julho de 1968, devidamente assinados pelo Dr. Juiz de Direito da Comarca, requerido perante os autos no Cartório do 1º Ofício da Comarca. Eu O...De Camargo, oficial que escrevi. AssinadoOurivides(?) de Camargo

19 de Março de 2009 15:21
http://josep58.blogspot.com/


No Blog Josep58, há vasto material sobre o Barão de Cocais, sobre o Município de Barão de Cocais, o Distrito de Cocais, a herança que o barão deixou, seus ascendentes e descendentes. Confira!