domingo, 30 de agosto de 2009

ARTIGO DO JORNAL O GLOBO -1965

ARTIGO DO JORNAL O GLOBO DE 1965

15 comentários:

Anônimo disse...

Estou a escrever directamente de Mondim de Basto,em Portugal.
Entrei no seu "blog" meu caro "José Feliciano", porque a família dos Pinto Coelho, me tem interessado muito.
Estou a terminar a compilação de toda a linhagem das famílias "Pinto Coelho", cuja origem, remota ao século décimo.
Os primeiros "Pinto Coelho", existem desde 1 192 e foram contemporâneos do Rei D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal.
Em Mondim de Basto, viveram alguns ramos dessa ilustre família, que no século XVII, emigraram para o Brasil, onde realizaram grandes fortunas.
É bem possível, que os seus antepassados, tivessam a sua origem nesta região.
Mondim de Basto, Celorico de Basto e Felgueiras, são três concelhos desta região, onde ainda existem magníficos "solares", que pertenceram aos "Pinto Coelho".
Dessa ilustre família, há ainda em Portugal e por consequência, em Mondim de Basto, muitos descendentes, que quem sabe, possam ser seus parentes.
Na investigação que realizei para escrever esta obra, a que vou dar o título de:"AS ORIGENS E A LINHAGEM DA FAMÍLIA PINTO COELHO", gastei milhares de horas de consultas e investiguei toda a documentação possível e imaginária.
O Brasil, tem vários ramos desta família, espalhados por diversos Estados. Rio de Janeiro, S. Paulo, Minas Gerais, Maranhão e Pernambuco, é onde se encontra a maior quantidade de parentes.
Espero meu caro amigo, que tenha gostado de saber, que nesta pequena vila de Mondim de Basto, bem no coração de Trás-os-Montes, neste lusitano rectângulo, que é Portugal, podem muito bem ter nascido as suas origens.
Um abraço.
Teixeira da Silva

jose pinto pinheiro disse...

Como se sabe, a obrigação de " registrar " nascimentos e a existência de Cartórios, só vigorou no Brasil a partir de 1.880. Antes, só existiam " registros de nascimentos " nas Paróquias católicas e " registros de óbitos ", nos Cemitérios.

Mesmo assim e mesmo sendo John Dayrell um convicto protestante, examinei detalhadamente as 2.020 páginas dos Registros de Batismos ( 1.807 - 1.855 ) que estão arquivados na Cúria Metropolitana de Mariana-MG, referentes à Paróquia / Matriz de S. João Batista de Morro Grande ( 1.764 - Barão de Cocais ), à Paróquia / Santuário de Santana ( 1.769 - Vila de Cocais ) e à Paróquia / Matriz de Sto. Antônio ( 1.715 - Sta. Bárbara ) .

jose pinto pinheiro disse...

A " Imperial Macaúbas " ganhou então novo sócio - o Barão de Cocais - e passou a chamar-se " United Macaúbas and Cocaes National Brazilian Mining Association ", ou, abreviadamente, " Companhia de Cocais ". John Dayrell já trabalhava nessa mesma Companhia há cerca de três anos, quando ela era a " Imperial Macaúbas ". Ela operou até o ano de 1.912, passando por várias administrações, intervenções a acionistas . . .

Quando Burton a citou como o primeiro local de trabalho de John Dayrell, no Brasil, ele estava absolutamente correto pois, no ano em que escreveu sua Obra - 1.867 -, o nome da Companhia era de fato " Companhia de Cocais ".

( Sobre a " Companhia de Cocais ", veja a Tese de Doutorado em História Econômica da Universidade de São Paulo, intitulada " Barões do Ouro e Aventureiros Britânicos no Brasil : a Companhia Inglesa de Macaúbas e Cocais, 1.828 - 1.912 ", elaborada pelo professor do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da UFPA, Fábio Carlos da Silva ). ( Acervo Romeu Dayrell França e Gilson Assis Dayrell ) .

Sobre esses primeiros seis anos de John Dayrell no Brasil ( 1.830 - 1.836 ), vividos nessa região da Vila de Cocais, é natural levantar-se a hipótese de que ele e Alice poderiam ter tido aí, alguns de seus 15 filhos. Mas até hoje, não conseguimos registros ou dados que confirmem essa hipótese.

Anônimo disse...

5 - A oficialização da " Companhia de Cocais "

Durante esses anos, a poderosa família Pinto Coelho, à qual pertencia José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, o Barão de Cocais, crescera muito e havia sérias dificuldades decorrentes da posse e da administração das minas e terras da Vila de Cocais. A família se dispunha a vender suas ricas terras e valiosas propriedades aos ingleses mas, para isso, era necessário a autorização do Imperador.

A família tentou até usar a influência de D. Domitila de Castro Canto e Melo, a famosa "Marquesa de Santos" - amante de D. Pedro I - que fora casada com o alferes Felício Pinto Coelho, primo do Barão de Cocais.. Mas em vão : não conseguiram a autorização !

Em 1.833, diante da impossibilidade de vender suas propriedades, a família Pinto Coelho, liderada pelo Barão de Cocais, chegou a um consenso de não explorar as minas da Serra de Cocais por conta própria e resolveu associar-se aos ingleses da " Imperial Macaúbas ", que haviam dissolvido a sociedade com o Barão de Catas Altas.

Anônimo disse...

Nos anos seguintes, para burlar sua irregularidade - já havia isso no Brasil de 1.830 ! - a Companhia mudou de nome, passando a chamar-se " Imperial Macaúbas ". . . ( em 1833 passou a chamar-se " Companhia de Cocais " ) .

No ano de 1.830, segundo relato de Burton, chegou para trabalhar nessa Companhia, o recém formado médico John Dayrell, certamente trazido por Edouard Oxenford, em uma de suas vindas para cá.

A partir de 1.831, com a abdicação de D. Pedro I e a perda de prestígio do Barão de Catas Altas, na Corte, as relações entre ele e Oxenford. foram ficando difíceis e a sociedade definhou. Os sócios ingleses ficaram com todas as ações da Companhia.

Anônimo disse...

Para viabilizar o negócio, retornou ao Brasil, fez contato com seus antigos colaboradores de Congo Soco e com proprietários e políticos notáveis da região, entre os quais, José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, o "Barão de Cocais", proprietário das lavras de Cocais e João Batista Ferreira de Souza Coutinho, o " Barão de Catas Altas ", de quem Oxenford comprara a Mina de Congo Soco, há três anos atrás e que era também proprietário da Fazenda Macaúbas, um sítio de várias jazidas auríferas promissoras.

No final de 1.828, Oxenford e o Barão de Catas Altas, seu conhecido de negócios na compra do Congo Soco, formaram sua sociedade de mineração, com o objetivo de explorar as Minas da Fazenda Macaúbas, sob o mesmo nome da Empresa que ele criara em Londres, a "National Brazilian Mining Association " . A Empresa funcionaria de modo ilegal, pois não tinham ainda conseguido a autorização do Impererador D. Pedro I, necessária para qualquer sociedade estrangeira operar no Brasil.

Anônimo disse...

Pela Fazenda da Cachoeira, onde nasceu e viveu o " Barão de Cocais ", passaram visitantes ilustres como Von Spix, Von Martius, Saint Hilaire, John Pohl, o próprio Ricahrd Burton e, certamente, nosso pátriarca John Dayrell, que trabalhava na Mina localizada nessa Vila.

Era uma Vila de nível cultural elevado e nobre, onde existiam mais de 20 pianos fabricados na Europa, que animavam os bailes e festas nos antigos casarões. Talvez por essa razão, tenha recebido o compositor Fernand Jouteau, que lá concluiu a conhecida ópera " Os Sertões " .

Em 1.827, a Diretoria inglesa da " Imperial Brazilian Mining Association " de Congo Soco, não estava satisfeita com os resultados obtidos por Edouard Oxenford. Assim, dissolveu e demitiu o Comitê Diretivo no Brasil, comandado por seu irmão Ferdinand Oxenford.

Edouard Oxenford decidiu, então, em princípios de 1.828, organizar uma nova Companhia de mineração que " haveria de manter-se sob seu controle direto ". Associou-se aos comerciantes britânicos John Robert Hard, Douglas Kinnard e William Morgan e anunciou publicamente em Londres a criação desse novo empreendimento, com o nome de " National Brazilian Mining Association " .

Anônimo disse...

Apesar de não ter vivido em Congo Soco, John Dayrell deve ter frequentado eventualmente esse sítio, tanto pela existência de uma organizada "Vila Inglesa", onde moravam muitos de seus conterrâneos britânicos, como pela estrutura do Hospital ali existente, para onde ele deve ter encaminhado os casos mais graves que ele encontrava em seu trabalho, na Companhia de Cocais, logo ali, a cerca de 20 kms, na Vila Colonial de Cocais. . .

4 - Vila Colonial de Cocais

A " Companhia de Cocais " citada por Burton, com bastante certeza, pode ser identificada como estando localizada na " Vila Colonial de Cocais ", um povoado situado a uns 10 kms. da atual cidade de Barão de Cocais-MG.

Fundada em 26 de junho de 1.703 pelos bandeirantes Antônio e João Furtado Leite, irmãos portugueses, a Vila de Cocais viveu a opulência do ciclo do ouro e cresceu sob a sombra das nobres famílias Furtado Leite e José Feliciano Pinto Coelho da Cunha ( o futuro " Barão de Cocais " ).

Anônimo disse...

Contudo, a identificação da " Companhia de Cocais ", citada por Burton, como sendo a " Mina de Congo Soco ", não tem suporte válido, pois ele escreveu o trecho anteriormente citado, em 1.867. Nesse ano, a Vila onde se localizava a Mina de Congo Soco, se chamava ainda " São João do Presídio de Morro Grande " e era um Distrito de Santa Bárbara.

Somente em 1.943, Morro Grande foi desmembrado de Santa Bárbara e passou a chamar-se oficialmente " Barão de Cocais ", em homenagem a seu patrono, o Tenente Coronel José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, o " Barão de Cocais", nascido e criado na Vila Imperial de Cocais ( Veja item 4 a seguir ) .

Assim, quando Burton falou que John Dayrell " veio trabalhar na Companhia de Cocais ", não poderia estar identificando-a como a " Mina de Congo Soco ", em Morro Grande ( atual Barão de Cocais ) .

Anônimo disse...

Ruinas da chamada "Casa do Barão" e parte da Vila Inglesa, em Congo Soco


Foto : Márcio Dayrell Batitucci

O segundo conjunto de ruinas, situado a uns 500 mts. de distância da "Casa do Barão", todo em pedra e barro, é uma imponente e sólida edificação, que se desenvolve em dois blocos distintos, ao entorno de um pátio interno, cercada por um muro de aproxmadamente 80 cm de altura, e que é identificado pelos registros antigos como sendo o hospital da mina .

Ruinas de um dos blocos do " Hospital de Congo Soco "

Foto : Geraldo Dayrell Gott


Vê-se, pois, que essa Mina de Congo Soco, em Barão de Cocais, constituiu-se como um empreendimento de grande porte, com estrutura complexa, envolvendo até a construção de uma Vila relativamente grande, com casas, igreja, escola, HOSPITAL, cemitério, etc...
Era uma grande estrutura, onde poderia ter morado e trabalhado inicialmente John Dayrell.

Anônimo disse...

Ruinas de uma das casas da Vila Inglesa de Congo Soco

Foto : Márcio Dayrell Batitucci

No cemitério, encontram-se hoje cerca de dez lápides, algumas com inscrições em inglês ornamentadas com desenhos apurados, com o nome da pessoa ali enterrada. Há túmulos de adultos e de crianças. O cemitério é cercado por um mudo de pedra de aproximadamente 80 cm de altura. Desse local, tem-se uma bela visão de todo o vale, onde era localizada a Vila e as demais construções.

Nesse setor de moradia, duas ruinas de construções destacam-se por suas dimensões :

A primeira, formando um conjunto com becos e construções de vários tamanhos, é chamada de "Casa do Barão", em homenagem ao Barão de Catas Altas, o capitão-mór João Batista Ferreira de Souza Coutinho, um dos primeiros proprietários da mina, que a vendeu aos ingleses. Comparando-se o traçado desse conjunto com a foto da verdadeira "Casa do Barão" ( veja abaixo ), não é provável que elas sejam realmente as ruinas do antigo casarão. Na realidade, elas retratam uma ala de moradia da "Vila dos Ingleses" .

Casa do "Barão de Catas Altas" , em Congo Soco, em foto de 1913, já em pleno
processo de deteriorização

Foto ? ? ? - Reprodução fotográfica : Márcio Dayrell Batitucci

Anônimo disse...

Algumas características da vida de Congo Soco foram notificadas por viajantes que passaram pelo complexo no decorrer do sec. XIX, deixando em seus relatos impressões fragmentadas sobre as atividades gerais desenvolvidas na comunidade. O primeiro viajante que fala sobre Congo Soco foi Charles James Fox Bunbury, em 1833. Por ser naturalista, ocupou-se em analisar principalmente a flora e a fauna, mas não deixou de relatar detalhes sobre as condições de trabalho, técnicas de extração e a hospitalidade advinda da riqueza.

Em 1840, George Gardner, ao passar pela localidade, descreveu elementos da disposição espacial de Congo Soco. Com essa informação, foi possível detectar dois setores distintos no complexo hoje arruinado : o de produção e o de moradia.

De 1826 a 1856, data de seu fechamento, a Congo Soco produziu 13.000 quilos de ouro.

As edificações arruinadas da antiga mina e do aldeamento originado por ela, hoje tombados pelo IEPHA-MG, se estendem por cerca de quase dois quilômetros, distinguindo-se os dois setores acima citados : o setor de trabalho e o setor de moradia. As construções são todas, sem exceção, em alvenaria de pedra e barro.

. . . . .( Apesar de tombado pelo IEPHA-MG, todo esse precioso sítio histórico, encontra-se em deplorável estado de deteriorização ! . . . )

O setor de trabalho é formado por duas grandes construções, que ainda conservam suas paredes externas e teriam tido aproximadamente 1.200 m2 de área construída. Caminhando-se na direção oeste, vê-se à direita um muro de pedra de aproximadamente 60 m de comprimento, terminando no que teria sido um portão em arco e, à esquerda, um provável vestiário, como cita Richard Burton, quando por lá esteve. Este conjunto constituia-se como o limite oriental da mina.

O setor de moradia é formado por uma série de construções ( casas ) distanciadas umas das outras, onde pode-se ver um sistema viário delineado, com suas pontes também de pedra, um curral ou a antiga cavalariça e um cemitério situado em uma colina, onde está localizado o vale do Córrego Congo, no qual estão assentadas as ruinas da antiga aldeia.

Anônimo disse...

Richard Francis Burton escreveu detalhadamente, com apurado rigor técnico e histórico, sobre tudo que viu e vivenciou em sua passagem pelo Brasil. Deixou também registradas suas observações sobre as terras auríferas da região de Minas Gerais - descobertas pelo Bandeirante Borba Gato, em Sabará-MG no século XVIII - que estendiam-se por Nova Lima, Santa Bárbara, Barão de Cocais, Caetés, Congonhas, Ouro Branco, Ouro Preto, Mariana, etc..

Conforme pois, o trecho acima citado, John Dayrell , quando chegou ao Brasil, veio trabalhar na "Companhia de Cocais".

Mas, que tipo de local e de Empresa, Richard Burton estava identificando como a "Companhia de Cocais" ?
Essa é a questão básica, que nos remete a duas prováveis hipóteses :

3 - Barão de Cocais / Congo Soco

As primeiras notícias sobre as riquezas de Minas Gerais, inclusive os sítios auríferos da região de Barão de Cocais, onde localiza-se Congo Soco, são encontradas em várias obras de alguns viajantes ingleses que passaram por aqui no decorrer do século XIX.

Congo Soco é um testemunho vivo de um dos ciclos mais marcantes na economia nacional, o ciclo do ouro. Esse ciclo local, teve sua história iniciada em 1745, quando o cavouqueiro Bitencourt encontrou ouro nos cursos d´água que cortavam essa região.

O primeiro proprietário a explorar a Mina de Congo Soco - situada a uns 10 kms da cidade de Barão de Cocais - foi o coronel Manoel da Câmara Noronha. Seus filhos a venderam em 1.808, ao comendador e capitão-mor português, José Alvares da Cunha e à seu sobrinho o capitão-mor João Batista Ferreira de Souza Coutinho, o futuro " Barão de Catas Altas " .

D. Pedro I, através de Decreto exarado em 16 / 09 / 1.824 autorizou, pela primeira vez, um estrangeiro, o inglês Edouard Oxenford, a " organizar no Brasil uma Companhia para explorar ouro em Minas Gerais, através de compra de jazidas abandonadas " .

Congo Soco foi então vendida pelo Barão de Catas Altas à Eduardo Oxenford e a outros investidores ingleses, pela fortuna de trezentos contos de réis - cerca de setenta e cinco mil libras - na maior transação comercial efetuada na Província, até então .

Os compradores criaram a " Imperial Brazilian Mining Association ", a primeira Empresa de capital estrangeiro a instalar-se em Minas Gerais e que começou a operar em 1.825.

Por motivos de saúde, Edouard Oxenford voltou para a Inglaterra, deixando à frente de Congo Soco seu irmão Ferdinand Oxenford.

Richard Burton, relata no segundo Volume citado no item 2 acima, capítulo XXI, seção III:

"...O primeiro proprietário a explorar Congo Soco foi o coronel Manoel da Câmara Noronha. Seus filhos a venderam em 1808 ao comendador e capitão-mor português, José Álvares da Cunha e ao seu sobrinho o capitão-mor João Batista Ferreira de Souza Coutinho, o futuro Barão de Catas Altas. A Imperial Brazilian que a comprou em 1824, foi a primeira Empresa de capital estrangeiro a instalar-se em Minas Gerais.
Congo Soco transformou-se em uma aldeia inglesa nos trópicos, com sua Igreja e capelão consagrados pelo bispo de Londres... Tinha 180 empregados ingleses, ajudados por 600 trabalhadores livres e negros escravos.
Em 1830, o superintendente Capitão Lyon, foi sucedido pelo Coronel Skerret que, por judiciosa disciplina militar, implantou na mina uma ordem perfeita : introduziu o excelente sistema de transformar os negros em seus próprios feitores..."

20josep10@gmail.com.br disse...

ORIGENS DA FAMÍLIA DAYRELL NO BRASIL - Site : www.familiadayrell.uaivip.com.br
Rev. 03 / 08

fer .CAMARGO disse...

tem muita gente aqui em sorocaba que eh decendente do barão eu sou uma delas sou casada som um dos herdeiro da familia pinto aqui em sorocaba eh bem grande a familia em torno duns 50 pesoas so aqui eu queria muito saber em que pe esta eata herança
sou do lado pobre mais tem muitos aqui que são bem de vida se puder me informar eu rico grata ok ate